Por ela choram todos
Todos por ela choram, os que sabem os que gostam
Não pelo valor das lágrimas
O sal não vale mais tanto assim
A água ainda não vale tanto
Mas por ela, ah por ela
Todos choram
quinta-feira, 7 de agosto de 2014
Tears
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Poesia
segunda-feira, 4 de agosto de 2014
MindWriter
Entre as 6:03 e as 6:19 de hoje eu escrevi umas 20 postagens para cá. Tudo na minha cabeça. Que GoogleGlass que nada, eu preciso é de um MindWriter!
Hummm, deixa eu ver. Acho que ainda devo estar na Copa, né?
Não, o Blog está mas eu já superei faz tempo. No dia eu sofri, mas sou da geração que se ajoelhou perante Zidane em '98, ou seja, nenhuma humilhação basta. Mesmo a CBF tendo nos trollado e colocado Dunga de volta. Não vou mais falar sobre isso por algum tempo.
Vamos lá.
Depois da Copa eu assumi minha inércia e me deixei ficar de bobeira, mas é bem difícil ser um 'desempregado' sem estar procurando emprego. É um pouco constrangedor, mesmo eu - e basicamente as pessoas que importam - sabendo qual a situação, por que no fundo eu não tenho o hábito de criar uma rotina a partir de dormir até tarde e fazer o almoço. Funny thing, sou capaz de me acostumar, mas prefiria não admitir isso.
Tirei algumas fotos, estreitei alguns laços com amigos do meio ornitológico. Muito bom, mas basicamente uma prova de que não é uma área que vai ser profissional para mim.
Para o final, deixei a parte mais emocionante.
Fui passar uma semana com meu pai lá no Pindoval. Que vem a ser uma das minhas apostas de investimento de médio prazo (agropecuária e ecoturismo). Muito bacana, exceto pela coincidente visita de algumas tias minhas nos últimos 3 dias - o que acrescentou uma pitada de desconforto ao dia a dia. Tudo muito divertido, muita natureza, muitas fotos de animais interessantes.
Mas o melhor - sarcasm detected - ainda estava por vir.
Hummm, deixa eu ver. Acho que ainda devo estar na Copa, né?
Não, o Blog está mas eu já superei faz tempo. No dia eu sofri, mas sou da geração que se ajoelhou perante Zidane em '98, ou seja, nenhuma humilhação basta. Mesmo a CBF tendo nos trollado e colocado Dunga de volta. Não vou mais falar sobre isso por algum tempo.
Vamos lá.
Depois da Copa eu assumi minha inércia e me deixei ficar de bobeira, mas é bem difícil ser um 'desempregado' sem estar procurando emprego. É um pouco constrangedor, mesmo eu - e basicamente as pessoas que importam - sabendo qual a situação, por que no fundo eu não tenho o hábito de criar uma rotina a partir de dormir até tarde e fazer o almoço. Funny thing, sou capaz de me acostumar, mas prefiria não admitir isso.
Tirei algumas fotos, estreitei alguns laços com amigos do meio ornitológico. Muito bom, mas basicamente uma prova de que não é uma área que vai ser profissional para mim.
| Figuinha-do-mangue |
Fui passar uma semana com meu pai lá no Pindoval. Que vem a ser uma das minhas apostas de investimento de médio prazo (agropecuária e ecoturismo). Muito bacana, exceto pela coincidente visita de algumas tias minhas nos últimos 3 dias - o que acrescentou uma pitada de desconforto ao dia a dia. Tudo muito divertido, muita natureza, muitas fotos de animais interessantes.
| Ariramba-de-cauda-ruiva |
Uma mega infestação por carrapatos.
Uma mega.
Mega infestação.
Carrapatos.
Caras, sabe eu não sou muito de falar dessas paradas aqui do tempo que fazia Biologia e andava pelos matos por aí. Mas poucas coisas são mais desagradáveis que pegar carrapatos.
Talvez uma das poucas seja contrair a Febre Maculosa que é transmitida por eles.
Pois é, this is me. Convalescente, em casa. Antibióticos e apatia. E o legal é que fui jogar no Google para linkar e apareceu esse aqui.
Love you!
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sexta-feira, 4 de julho de 2014
Clima de Copa
Poderia começar dizendo que como muitas crianças brasileiras meu primeiro presente foi uma bola de futebol.
E, mesmo não me lembrando, tenho informações que realmente foi a primeira coisa que meu pai me deu. Mas, na realidade, meu primeiro presente - prontamente descartado pela minha mãe - foi uma metralhadora e um capacete de plástico (o capacete eu aproveitei mais tarde nos meus sonhos infantis de F1) que ganhei dos meus padrinhos.
Mas a questão aqui é que a bola sempre me acompanhou por onde andei (e corri).
Ao contrário de alguns amigos, eu não tenho memórias antes de 4 anos de idade. Eu me lembro vagamente do dia 14 de agosto de '85, meio da tarde e todos na minha casa choramos com a notícia da morte do meu avô Wilson. Além disso, não me lembro de mais nada nesse ano.
E aí, quase um ano inteiro após, eu tenho outra lembrança. Não sei o dia, nem bem a hora, mas lembro que estava na casa de tio Nicodemos e novamente fomos cobertos pela tristeza. A França acabava de eliminar o Brasil da Copa de '86 - nos penais. Nem é uma lembrança muito vívida, não lembro de nada do jogo, mas lembro do pesar das pessoas. E o engraçado é que lembro com mais intensidade do Fantástico mostrando qual seria a 'esquete' (é assim?) do personagem "Araquém, O Showman" no caso do Brasil ter vencido o jogo.
E, mesmo não me lembrando, tenho informações que realmente foi a primeira coisa que meu pai me deu. Mas, na realidade, meu primeiro presente - prontamente descartado pela minha mãe - foi uma metralhadora e um capacete de plástico (o capacete eu aproveitei mais tarde nos meus sonhos infantis de F1) que ganhei dos meus padrinhos.
Mas a questão aqui é que a bola sempre me acompanhou por onde andei (e corri).
Ao contrário de alguns amigos, eu não tenho memórias antes de 4 anos de idade. Eu me lembro vagamente do dia 14 de agosto de '85, meio da tarde e todos na minha casa choramos com a notícia da morte do meu avô Wilson. Além disso, não me lembro de mais nada nesse ano.
E aí, quase um ano inteiro após, eu tenho outra lembrança. Não sei o dia, nem bem a hora, mas lembro que estava na casa de tio Nicodemos e novamente fomos cobertos pela tristeza. A França acabava de eliminar o Brasil da Copa de '86 - nos penais. Nem é uma lembrança muito vívida, não lembro de nada do jogo, mas lembro do pesar das pessoas. E o engraçado é que lembro com mais intensidade do Fantástico mostrando qual seria a 'esquete' (é assim?) do personagem "Araquém, O Showman" no caso do Brasil ter vencido o jogo.
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quinta-feira, 26 de junho de 2014
U N E X T E N S I O N
Ok, ok, minha situação de desemprego não é semelhante a outras tantas milhões por aí.
Primeiro que eu estava esperando já há algum tempo e conversava abertamente à respeito.
Segundo que - financeiramente - foi até vantajoso.
Mas como nunca havia ficado 'desempregado' (é, eu ainda me recuso a tirar as aspas) devo confessar que me sinto em uma situação horrível de humilhação contínua (e olha que nada indica aos outros que eu esteja, além do 'excesso' de tempo livre).
Primeiro que eu estava esperando já há algum tempo e conversava abertamente à respeito.
Segundo que - financeiramente - foi até vantajoso.
Mas como nunca havia ficado 'desempregado' (é, eu ainda me recuso a tirar as aspas) devo confessar que me sinto em uma situação horrível de humilhação contínua (e olha que nada indica aos outros que eu esteja, além do 'excesso' de tempo livre).
domingo, 15 de junho de 2014
E teve Copa...
Ainda bem!
Olha, não quero parecer alienado. Mas, sinceramente, para quem nasceu com uma bola no pé. Jogando no asfalto quente. Armando trave de madeira na areia da praia. Jogando 'cascudinho', 'travinha', 'rebate' e tudo o mais com algo que remeta a uma bola...
Isso que está acontecendo é o paraíso na terra.
É demais, eu até abandonei a vidinha virtual por que não consegui administrar a emoção.
Um alô aqui para outros tantos amigos apaixonados.
Olha, não quero parecer alienado. Mas, sinceramente, para quem nasceu com uma bola no pé. Jogando no asfalto quente. Armando trave de madeira na areia da praia. Jogando 'cascudinho', 'travinha', 'rebate' e tudo o mais com algo que remeta a uma bola...
Isso que está acontecendo é o paraíso na terra.
É demais, eu até abandonei a vidinha virtual por que não consegui administrar a emoção.
Um alô aqui para outros tantos amigos apaixonados.
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