quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013
Sozinho na Chapada
Em abril de 2011, escrevi isso aqui. E agora, quase 2 anos depois, estou morando em Barra do Corda.
Não é nada de matar, é que poderia ser bem melhor do que vai ser (olha eu novamente antecipando o sofrimento...esse é o Will).
Minha esposa, essa aqui, não poderá vir antes de terminar o mestrado. E o pior, ela trabalhava na nossa unidade que foi extinta, o que significa que a nossa renda vai diminuir e os gastos vão aumentar (por que terei que manter uma casa em Barra do Corda).
Além disso, a proposta feita aos colaboradores transferidos (presente!) não foi, digamos, financeiramente espetacular - o que é compreensível do ponto de vista da situação da empresa - e acaba pesando no humor de todos.
Por outro lado, está sendo espetacular trabalhar em uma equipe nova. Com uma gestão equilibrada que tanto fazia falta por aqui. O clima está sensacional. E isso faz a gente topar qualquer parada.
Preciso resolver algumas coisas práticas para minha vida entrar nos eixos por aqui.
Um abraço!
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quarta-feira, 30 de janeiro de 2013
Briga de cachorro grande
Dois 'machos-alfa' quando se encontram, a coisa não fica legal.
É o famoso 'o bicho vai pegar'.
Nas empresas, muitas vezes em um mesmo setor, 2 alfa se encontram. O trabalho colaborativo acaba, por que a inteligência emocional falta e a adrenalina do confronto acaba falando mais alto. É o que em um outro lugar seria chamado de 'A canção da espada'.
Os gestores devem se alertar para montar equipes equilibradas e evitar confrontos não produtivos.
Veja bem, não sou contra o embate. Apenas acho que os improdutivos não levam a nada de bom para a organização.
É o famoso 'o bicho vai pegar'.
Nas empresas, muitas vezes em um mesmo setor, 2 alfa se encontram. O trabalho colaborativo acaba, por que a inteligência emocional falta e a adrenalina do confronto acaba falando mais alto. É o que em um outro lugar seria chamado de 'A canção da espada'.
Os gestores devem se alertar para montar equipes equilibradas e evitar confrontos não produtivos.
Veja bem, não sou contra o embate. Apenas acho que os improdutivos não levam a nada de bom para a organização.
quarta-feira, 19 de dezembro de 2012
Casca de Laranja ou Diálogo de relativa grandeza
Chega a ambulância no SAMU de Barra do Corda e desce um senhor com a mão no abdômen, logo vem uma enfermeira fazer a triagem e estranha que ele esteja em pé, apesar da careta de dor:
- O que o senhor tem?
- Minha barriga está doendo muito, aquela panelada do almoço está me matando...
- Senhor, aqui a gente só está atendendo 'fato no chão' e 'buraco de bala'...
E lá se foi ele para o Hotel Pacheco tomar chá de casca de laranja.
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sexta-feira, 7 de dezembro de 2012
Intergagos 2012
- Eeeee aaaaí, qqq
que cacacarro é esse aí?
- É uuuuma Ma-ma-ma...
...Fe-fe-fe...
...Me-me-me...
...Lo-lo-lo...
- Vamos pra casa?
- Vamos, i-i-is-so aqui é mu-mu-muito rápido!
| Iiiiiiiuuuuuóimmmmm-pó-pó-pó.... |
que cacacarro é esse aí?
- É uuuuma Ma-ma-ma...
| Iiiiiuóimmmmm pó-pó-pó... |
![]() |
| Iiiiiiuóimmmmmm.... |
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| Iiiiiiuóimmmmmmm..... |
- Vamos pra casa?
- Vamos, i-i-is-so aqui é mu-mu-muito rápido!
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Tomás, o fazendeiro (parte 3)
O que era pior naquela fazenda, era que ninguém conversava com ninguém de outro setor. O pessoal do milho não conversava com o pessoal do curral, o pessoal do curral não conversava com o pessoal da administração e isso gerava inúmeros problemas.
Na ânsia de resolver tudo de uma maneira fácil, Tomás elegeu o chefe da administração como administrador da fazenda. E para relaxar um pouco, depois de alguns dias naquela loucura, Tomás viajou para as praias do Nordeste.
O primeiro ato do administrador à frente da fazenda foi de se mudar da fazenda para a cidade mais próxima, sob a alegação de que precisava de infraestrutura para desenvolver as atividades com mais rapidez e eficiência.
Isso não iria acabar bem.
Na ânsia de resolver tudo de uma maneira fácil, Tomás elegeu o chefe da administração como administrador da fazenda. E para relaxar um pouco, depois de alguns dias naquela loucura, Tomás viajou para as praias do Nordeste.
O primeiro ato do administrador à frente da fazenda foi de se mudar da fazenda para a cidade mais próxima, sob a alegação de que precisava de infraestrutura para desenvolver as atividades com mais rapidez e eficiência.
Isso não iria acabar bem.
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