E após fazer muita festa com os funcionários e amigos, Tomás foi entender como a fazenda funcionava.
O principal produto era o gado. Mas não parecia, por que a plantação de milho era linda - o cartão postal da fazenda - e o curral, todo velho, caindo aos pedaços.
Para fazer tudo dar certo, ele tinha no controle de tudo um vaqueiro, um técnico agrícola e um administrador. Cada um com uma função:
- O vaqueiro cuidava do curral com a ajuda de 8 encarregados;
- O técnico agrícola cuidava da plantação de milho com a ajuda de 6 assistentes;
- O administrador cuidava das coisas necessárias para o funcionamento do curral e da plantação - principalmente a oficina e o refeitório;
Mas nada que se imaginava como paz, fazia parte da vida daquela fazenda.
quinta-feira, 6 de dezembro de 2012
quarta-feira, 5 de dezembro de 2012
Tomás, o fazendeiro
Era uma vez um rico investidor chamado Tomás. Tomás um dia acordou e teve vontade de criar gado. E saiu pelo mundo atrás de uma fazenda que atendesse todos os seus sonhos.
Rodou, rodou e rodou pelos mais diversos recantos. Visitou fazendas na Austrália, na Índia, Na África do Sul, na Argentina, mas se encantou com uma linda fazenda que visitou no Brasil.
A fazenda brasileira era uma fazenda de gado de corte e produzia a ração que usava através de uma linha completa que começava desde a plantação de milho e soja. Era o sonho de Tomás se tornando realidade.
Tomás comprou a fazenda, uma pechincha! Uma pechincha! Ele sequer quis saber que trabalhava lá, manteve todos os contratados e apenas disse: trabalhem para mim, como trabalhavam para os antigos proprietários e serão felizes e bem recompensados.
E assim começou a história de Tomás, o fazendeiro.
Rodou, rodou e rodou pelos mais diversos recantos. Visitou fazendas na Austrália, na Índia, Na África do Sul, na Argentina, mas se encantou com uma linda fazenda que visitou no Brasil.
A fazenda brasileira era uma fazenda de gado de corte e produzia a ração que usava através de uma linha completa que começava desde a plantação de milho e soja. Era o sonho de Tomás se tornando realidade.
Tomás comprou a fazenda, uma pechincha! Uma pechincha! Ele sequer quis saber que trabalhava lá, manteve todos os contratados e apenas disse: trabalhem para mim, como trabalhavam para os antigos proprietários e serão felizes e bem recompensados.
E assim começou a história de Tomás, o fazendeiro.
segunda-feira, 3 de dezembro de 2012
Canteiros
Canteiros
Quando penso em você
Fecho os olhos de saudade
Tenho tido muita coisa
Menos a felicidade
Fecho os olhos de saudade
Tenho tido muita coisa
Menos a felicidade
Correm os meus dedos longos
Em versos tristes que invento
Nem aquilo a que me entrego
Já me dá contentamento
Em versos tristes que invento
Nem aquilo a que me entrego
Já me dá contentamento
Pode ser até manhã
Sendo claro, feito o dia
Mas nada do que me dizem me faz sentir alegria
Sendo claro, feito o dia
Mas nada do que me dizem me faz sentir alegria
Eu só queria ter do mato
Um gosto de framboesa
Pra correr entre os canteiros
E esconder minha tristeza
E eu ainda sou bem moço pra tanta tristeza ...
E deixemos de coisa, cuidemos da vida
Pois se não chega a morte
Ou coisa parecida
E nos arrasta moço
Sem ter visto a vida
Um gosto de framboesa
Pra correr entre os canteiros
E esconder minha tristeza
E eu ainda sou bem moço pra tanta tristeza ...
E deixemos de coisa, cuidemos da vida
Pois se não chega a morte
Ou coisa parecida
E nos arrasta moço
Sem ter visto a vida
É pau, é pedra, é o fim do caminho
É um resto de toco, é um pouco sozinho
É um caco de vidro, é a vida, é o sol
É a noite, é a morte, é um laço, é o anzol
São as águas de março fechando o verão
É promessa de vida em nosso coração.
É um resto de toco, é um pouco sozinho
É um caco de vidro, é a vida, é o sol
É a noite, é a morte, é um laço, é o anzol
São as águas de março fechando o verão
É promessa de vida em nosso coração.
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Poesia,
Raimundo Fágner
Marcha
As ordens da madrugada
romperam por sobre os montes:
nosso caminho se alarga
sem campos verdes nem fontes.
Apenas o sol redondo
e alguma esmola de vento
quebram as formas do sono
com a idéia do movimento.
romperam por sobre os montes:
nosso caminho se alarga
sem campos verdes nem fontes.
Apenas o sol redondo
e alguma esmola de vento
quebram as formas do sono
com a idéia do movimento.
Vamos a passo e de longe;
entre nós dois anda o mundo,
com alguns mortos pelo fundo.
As aves trazem mentiras
de países sem sofrimento.
Por mais que alargue as pupilas,
mais minha dúvida aumento.
entre nós dois anda o mundo,
com alguns mortos pelo fundo.
As aves trazem mentiras
de países sem sofrimento.
Por mais que alargue as pupilas,
mais minha dúvida aumento.
Também não pretendo nada
senão ir andando à toa,
como um número que se arma
e em seguida se esboroa,
- e cair no mesmo poço
de inércia e de esquecimento,
onde o fim do tempo soma
pedras, águas, pensamento.
senão ir andando à toa,
como um número que se arma
e em seguida se esboroa,
- e cair no mesmo poço
de inércia e de esquecimento,
onde o fim do tempo soma
pedras, águas, pensamento.
Gosto da minha palavra
pelo sabor que lhe deste:
mesmo quando é linda, amarga
como qualquer fruto agreste.
Mesmo assim amarga, é tudo
que tenho, entre o sol e o vento:
meu vestido, minha música,
meu sonho e meu alimento.
pelo sabor que lhe deste:
mesmo quando é linda, amarga
como qualquer fruto agreste.
Mesmo assim amarga, é tudo
que tenho, entre o sol e o vento:
meu vestido, minha música,
meu sonho e meu alimento.
Quando penso no teu rosto,
fecho os olhos de saudade;
tenho visto muita coisa,
menos a felicidade.
Soltam-se os meus dedos ristes,
dos sonhos claros que invento.
Nem aquilo que imagino
já me dá contentamento.
fecho os olhos de saudade;
tenho visto muita coisa,
menos a felicidade.
Soltam-se os meus dedos ristes,
dos sonhos claros que invento.
Nem aquilo que imagino
já me dá contentamento.
Como tudo sempre acaba,
oxalá seja bem cedo!
A esperança que falava
tem lábios brancos de medo.
O horizonte corta a vida
isento de tudo, isento…
Não há lágrima nem grito:
apenas consentimento.
oxalá seja bem cedo!
A esperança que falava
tem lábios brancos de medo.
O horizonte corta a vida
isento de tudo, isento…
Não há lágrima nem grito:
apenas consentimento.
sábado, 10 de novembro de 2012
Da importância de se sentir querido
Hoje são 32 anos por estes caminhos empoeirados. Muitos livros, muitas histórias e muita gente boa (e má) atravessando, passando e caminhando (correndo) junto.
Mas o que faz a gente continuar?
É o germe de ser humano? O 'bichinho do rã-rã' que faz a gente querer sempre em frente?
Desde que fiz trinta, me obriguei a ir mais devagar - o que, às vezes é quase impossível - e olhar mais para o caminho que estou trilhando. Com isso passei a notar mais as pessoas que ora caminham junto e ora atravessam o caminho. Uma pena, fiz isso muito tarde.
Tem gente cujos nomes povoam minhas lembranças, mas das quais eu já não lembro das vozes ou dos sorrisos. Tem gente que cumpriu importantes papéis pela grande importância de se sentir querido neste mundo vago e que agora eu já não lembro nada, somente nomes e sobrenomes que povoam minhas lembranças.
Obrigado a todos vocês, eu gostaria de sair escrevendo todos os nomes que me veem à memória mas acabaria sendo injusto.
Mas o que faz a gente continuar?
É o germe de ser humano? O 'bichinho do rã-rã' que faz a gente querer sempre em frente?
Desde que fiz trinta, me obriguei a ir mais devagar - o que, às vezes é quase impossível - e olhar mais para o caminho que estou trilhando. Com isso passei a notar mais as pessoas que ora caminham junto e ora atravessam o caminho. Uma pena, fiz isso muito tarde.
Tem gente cujos nomes povoam minhas lembranças, mas das quais eu já não lembro das vozes ou dos sorrisos. Tem gente que cumpriu importantes papéis pela grande importância de se sentir querido neste mundo vago e que agora eu já não lembro nada, somente nomes e sobrenomes que povoam minhas lembranças.
Obrigado a todos vocês, eu gostaria de sair escrevendo todos os nomes que me veem à memória mas acabaria sendo injusto.
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