sábado, 9 de maio de 2009

Sobre se expor...

Quando você nasce, você está exposto...a tudo.

Acho que coragem é diferente de falta de cautela. Acho que desejo de aparecer é diferente de sinceridade.

Também acho que escrever, não necessariamente é um caminho que passa pelo sistema de 'censura' do medo de se expor.

Dos adjetivos que posso um dia ver associados a mim, o que eu não gostaria de ver seria com certeza medroso.

Bjão - Bom FDS!!!

quinta-feira, 7 de maio de 2009

Teste...putz!

Sempre cedo a testes. Podem ser aqueles testes bestinhas de revistas femininas, podem ser aqueles emails 'veja se você consegue', pode até ser um teste de Q.I adaptado...mas não resisto.
Fui conferir as milhares atualizações da Ilha de Siris e achei um teste! Melhor ainda, o teste era "Que livro é você - Se você fosse um livro nacional, qual livro seria? Um best-seller ultrapopular ou um relato intimista?". Obviamente não resisti...
Deveria ter ficado na minha, após responder 06 questões empaquei na sétima:


De cara eu já ia marcando a primeira opção (modesto, hein?)...mas fui ler as outras!
Caraca, eu devo ter múltiplas personalidades...não sei o que as pessoas diriam de mim ante esta pergunta.
Impossível saber que livro eu seria! Mais fácil seria me perguntar que livro eu gostaria de ser...

ps.: a Rafa tem razão...esqueci do link do teste!

Braveheart


Liberdade não tem preço. Todo mundo já quis instantes de liberdade total...fazer tudo sem ser visto, quem nunca pensou 'e se eu fosse invisível?'.
Mas e a liberdade real, será que existe?
Você consegue se imaginar livre de tudo? Seria possível se encontrar tendo que dar satisfação somente a você?
Ou isso tudo seria o ápice do egoísmo?

quarta-feira, 6 de maio de 2009

Hoje apenas

Hoje o céu está lindo
Hoje, eu viveria com você cada aventura
Cada idéia louca, seria beautiful

Cada instante crazy, seria bonito
Hoje estou leve
Hoje, eu estaria com você em cada episódio
Cada capítulo dessa história, teria final feliz
Cada aventura, cada instante, cada episódio, cada capítulo?

terça-feira, 5 de maio de 2009

Don't Look Back in Anger

Sempre fui competitivo. Na escola, uma das minhas lembranças mais antigas é de uma colega que ficava 'disputando' ser 'melhor' da classe (em geral ela era...). Nos esportes, o mesmo, nunca gostei de perder e fazia de tudo para ganhar. Não vou mentir, continua sendo difícil perder.
Essa introdução é para ajudar a entender a minha situação. Entrei no meu atual emprego (1º e único) em nov. de 2004, como estagiário. Encarei esse estágio como se fosse realmente um emprego, com agressividade e sorte consegui ser terceirizado ao me formar (após 1 ano como estagiário). Era uma situação praticamente ideal, afinal de contas as minhas funções eram as mesmas, e o meu salário aumentou 125%. Entretanto a minha inquietação me colocou no meio de muitos processos dentro da empresa, o que culminou com um convite para passar para o quadro 'oficial' (após 1 ano como terceiro - Analista de Validação - GMP). Nesse ponto surgiu uma situação um pouco desconfortável, meu novo cargo era 'inferior' ao meu cargo como terceiro e o meu salário, na prática, menor (apesar de incluir vale refeição e plano de saúde - coisas que não utilizo) que anterior.
Novamente, eu preferi não ligar muito e apenas trabalhar, mesmo ritmo, mesma agressividade e competitividade. Porém, eu reconheço, criando muita confusão, muito atrito. Sempre pensando no melhor para a empresa, sempre 'forçando' os acomodados a se agitarem e suarem um pouquinho a camisa.
Após algumas mudanças em função da crise, recebi o convite para passar ao meu cargo atual (aumento de 30%, após cerca de 1 ano como Assistente Técnico Jr.). Ao aceitar a proposta, eu entendi que a empresa estava comprando um pacote de sucesso: trabalho+agressividade+pressão+competitividade = resultados positivos...surpresa! Na primeira reunião geral de Coordenadores recebi meu feedback 'gerencial': Seja menos agressivo, crie menos stress, resolva mais problemas...
Aquilo foi um impacto, mas estou tentando me adequar. Mesmo assim, a cada dia acho que minha performance vai caindo e me sinto um pouco acomodado. É estranho, mas deixar de ser você, mesmo que seja por algumas horas no dia, é extremamente cansativo e estressante.