segunda-feira, 26 de setembro de 2016

Sem pé nem cabeça

Queria voltar aqui após tanto tempo e escrever linhas otimistas, alegres e que refletissem um incondicional amor pela vida.

Mas é como dizem "o homem planeja e Deus ri".

Não tenho nada além de uma reflexão amarga para compartilhar.

Qual o sentido de se viver numa sociedade em que você não se basta em si, mas que também não permite que você possa se apropriar de tudo que há de bom e sublime e honesto na vida em grupo sem que você seja apedrejado?

Como aceitar o fato de que é certo abrir mão do seu amor para aplacar o sofrimento que você lhe inflinje? Quem ama nesse nível?


quinta-feira, 31 de março de 2016

Meus 7 pecados capitais (11 anos depois)

Onze anos atrás, fiz essa postagem. Ela consistia de responder determinadas perguntas agrupadas em cada um dos 7 pecados capitais, por acaso me peguei relendo isso e resolvi ver como eu mudei nessa última década:

Capitulo Um: A IRA

1. Quem foi a última pessoa que te deixou irado? Apesar de irado não ser a melhor descrição, até que se aproxima, que me irritou profundamente foi uma colega de classe;
2. Se pudesse escolher uma arma, qual seria? - Um arco inglês!
3. Você bateria em alguém do sexo oposto? - Não, a princípio não...
4. E que tal do mesmo sexo? - Certamente...
5. Qual foi a ultima pessoa que ficou irada com você? - Provavelmente, minha esposa.
6. O que te irrita profundamente? - Gente que se faz de doido.
7. Você guarda ressentimentos? - Raramente.

Capitulo Dois: A PREGUIÇA

1. O que é algo que você tem que fazer diariamente e você não faz há muito tempo? - Me dedicar ao Mestrado.
2. Qual foi a hora mais tarde que você já levantou? - Depois do almoço.
3. Uma pessoa que você deveria entrar em contato, mas nunca entra - Meus amigos em geral.
4. Qual foi a última desculpa esfarrapada que você deu? - Mas eu já te enviei esse email, tem certeza que não foi parar no Junk Mail?
5. Você já assistiu um programa chato e longo só porque não queria se levantar? - Não que eu me lembre.
6. Quando foi a última vez que você se exercitou pra valer? - Jogo futebol todas as terças à noite.
7. Quantas vezes você apertou "snooze" no seu despertador hoje? - Hoje, nenhuma.

Capitulo Três: A GULA

1. Qual sua bebida favorita? - Coca-cola
2. Pra quem come carne - carne branca ou vermelha? - Vermelha! Picanha!
3. Qual a maior quantidade de bebida que você já consumiu em uma noite? - Tomo muito refrigerante o tempo todo...
4. Você já teve ajuda profissional pra dietas? - Não... dieta, o que é isso?
5. Você gosta do seu peso atual? - Gosto, mas preciso aumentá-lo em 2 ou 3 quilos.
6. Você prefere comidas picantes, doces ou salgadas? - Doces e salgadas.

Capitulo Quatro: A LUXÚRIA

1. Quantas pessoas nuas você já viu pessoalmente (não conta amigos ou familiares)? - Nunca vi nenhum inimigo meu nu.
2. Quantas pessoas já te viram nu(a)? - Não sei, ninguém sabe quem pode estar olhando né?
3. Você já se pegou olhando pra alguma área do corpo que não devia enquanto conversava com um membro do sexo oposto? - Sim, diversas vezes.
4. Uma pessoa famosa do sexo oposto que te atrai muito - Cara, são tantas...
5. Qual a parte preferida no corpo de alguém do sexo oposto? - Tudo! O corpo feminino é uma coisa muito perfeita.
6. Já pagou uma prostituta? - Não e nem dei calote também.
7. Já fez teste de DST? - Já, deu negativo.

Capitulo Cinco: A AVAREZA

1. Quantos cartões de credito você tem? - Um.
2. Qual a loja cara que você adora? - Me ligo mais nas marcas e menos nas lojas.
3. Se tivesse 1 milhão faria o que? - Gastava, rápido.
4. Prefere ser rico ou famoso? - Rico.
5. Aceitaria um emprego chatinho que pagasse uma grana preta? - Sim, sairia em algum tempo.
6. Já roubou algo? - Sim, batom garoto das Lojas Americanas.
7. Quantas MP3s você tem no seu computador? - Tenho poucos, Spotify dominou meu jeito de ouvir música, mas ainda tenho bastante CD's.

Capitulo Seis: O ORGULHO

1. O que você já fez na vida que te deixou muito orgulhoso de si mesmo? - Quase tudo que faço me deixa orgulhoso de mim.
2. O que você fez que deixou seus pais orgulhosos de você? - Não sei bem, talvez quando passei no mestrado.
3. O que você quer na vida? - Ser feliz resume tudo.
4. Fica com raiva se chegar em segundo lugar? - Muita raiva...
5. Já entrou num concurso sabendo que tinha um potencial muito maior que o dos outros competidores? - Sempre acho isso.
6. Já colou em alguma prova pra ganhar uma nota maior? - Nunca, mas ninguém acredita.
7. O que você fez hoje que te faz sentir orgulho de si mesmo? - Amizade.

Capitulo Sete: A INVEJA

1. O que um amigo(a) seu tem que você sente inveja? - Não tenho inveja dos meus amigos.
2. Você gostaria de trocar de lugar com alguém? - Às vezes sim.
3. Se você pudesse ser qualquer pessoa no universo, quem seria? - Não sei.
4. Já foi traído? - Sim.
5. Já quis ter alguma característica física diferente de algo que você tem? - Sim, quando era criança, queria ter asas.
6. O que na personalidade dos outros você queria ter? - Estou satisfeito com minha personalidade.
7. Você está com raiva porque não foi você que criou essa pesquisa? - Não, nunca criaria algo assim, mas achei legal.
8. Qual é seu pecado capital favorito? - A Luxúria.

quinta-feira, 24 de março de 2016

Reality

Reality can be as cruel as any piece of fantasy. In fact, reality is more hard than almost any piece of the most dirty of fantasy.

Reality can smash your senses and you will suffer and suffer until you getbused to that, and so Reality will became harder.

But there is an alternative. You can just insert a little piece of fantasy in your reality.

quinta-feira, 17 de março de 2016

Catching up



For some time I have not written here. Longer than I would like . I have many news and don't know where to start. Let's try:

- Finally I got my spot in the Masters / PhD program. The work just starts now;

- I handed in my paper for the MBA in Production Engineering;

- I returned to UEMA , I want to finish my degree in Biology;

- The "Papaya Orange" continues , despite suffering ;

- I wrote and published my first story on Wattpad ( later, I put the link here) ;

- A new project touched my heart: the podcast "Edição Rápida", I will talk about it next time;

As you notice, I'm trying to write in english, please, help me to improve adding coments with tips and corrections (I'll be pleased).

Best regards!

quarta-feira, 7 de outubro de 2015

Sobre educação e bom senso...

E aí que você tem como input para o desenvolvimento do seu trabalho uma 'receita' que vem de um médico.

"A realização do ato médico se completa com a prescrição médica. O seguimento dos princípios básicos do relacionamento médico-paciente transfere ao paciente segurança e, consequentemente, aderência à prescrição. Faz-se necessário, contudo, transparência na prescrição, com esclarecimentos e disponibilidade do profissional para possíveis reações adversas. Ressalte-se que a falta de conhecimento sobre os medicamentos coloca em risco a saúde do paciente e a credibilidade do profissional."

Nada mais natural que este documento seja alvo de controles e padronizações. Entre outras normas: 

Letra de Médico (Código de Ética Médica): É vedado ao Médico: Art.39 – Receitar ou atestar de forma secreta ou ilegível, assim como assinar em branco folhas de receituários, laudos, atestados ou quaisquer outros documentos médicos.

Daí:


Lamentável.

Ao menos, as respostas que li por aí foram educadas e na medida certa.




terça-feira, 29 de setembro de 2015

Vibe...



Taí uma palavra que acho que nunca falei em voz alta "Vibe". Até mesmo por que, na tradução mais óbvia, eu só consigo imaginar o uso de 'vibração' em coisas com um exercício de Física.

Ou então em um gol, uma ultrapassagem, ou quando se acha 100 reais dentro da máquina de lavar.

'Vibe'.

Taí uma palavra estranha.

Mas a 'Vibe' desse segundo semestre está estranha...parece que é um calmaria anunciando a tempestade. Parece 2014. Medo.


segunda-feira, 22 de setembro de 2014

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Sobre o ato de agredir ou de como a sensibilidade nos prega peças

Eu sempre me considerei um cara sensível. Sempre me importei bastante com a opinião alheia (apesar de disfarçar isso ao extremo). Reconheço que a opinião dos outros me afeta.

E sei que a minha opinião pode afetar outras pessoas. Mas daí a parar de expressar é um pouco demais.

Hoje cedo assisti os 2 treinos livres da F1. Transmissão do SporTV. E o costumeiro e divertido follow up da transmissão com o Twitter ativo, pois além de recebermos informações valiosas de experts do mundo todo recebemos também as piadas e comentários jocosos de fãs ao redor do planeta, ao mesmo tempo em que do conforto de casa estamos em contatos com outras pessoas que compartilham nossa paixão por esse esporte. E, cara, como isso e legal.

Esse final de semana, GP de Cingapura, cobertura do Papaya Orange está sendo minha. Estou acompanhando mais de perto, estudei a história do GP, as demandas técnicas específicas, ouvi podcasts e etc. Em um certo momento da transmissão, comentei o seguinte no Twitter e recebi essa resposta:


Eu estava me referindo a alguns momentos em que eles trocaram nomes dos pilotos e fizeram previsões de tempo de volta equivocadas. O @danielpereirajr da resposta é o narrador da F1 neste fim de semana no SporTV. Respondi a ele (acho que com educação) e olha o naipe da resposta que recebi:


Apesar de ter a malícia para saber o que estava por vir (afinal já tinha visto alguns outros fãsde F1 serem grosseiramente abordados no Twitter pelo narrador), eu dei a resposta sobre o que realmente eu tinha me referido no primeiro Tweet achando que iria desarmar o cara com uma resposta construtiva (eu poderia ter acrescentado muita coisa, já que a transmissão e reconhecidamente fraca e muito questionada em comunidades dedicadas a F1 em redes sociais).

Retruquei ainda tentando manter a serenidade:


Junto com aquela primeira resposta lá de cima ele me mandou "largar as fraldas" ou algo do tipo, talvez achando que eu fosse algum garotinho com quem ele costuma a se trocar no Twitter.

Bem chato ter que falar pro cara que acompanho a F1 por mais de 25 anos e escrevo a respeito por uns 4 anos. Enfim, essas mensagens foram trocadas. Mas eu fiquei puto e mandei essa aqui pro SporTV:


talvez não tenha nada a ver, mas depois dessa, ele veio mais manso dizendo que eu (sim...eu) tinha sido agressivo por falar que a opinião deles era esdruxula e por falar que eles não tinham conserto.

Agora dá uma lida nos meus tweets e procura algum momento em que eu disse isso?

Até dei uma força explicando para ele que esdrúxulo significa apenas estranho (assim como estapafúrdio, que foi o adjetivo que usei). E reafirmei que nunca havia dito que eles não tinham conserto (e que eu havia dito o contrário). Também disse que ele havia me confundido com um TROLL e aparentemente ficou tudo bem.

Mas caras...

Quem essa galera pensa que é? Ninguém pode criticar mais ninguém? Caramba, uma crítica técnica deveria ser bem recebida. Feedback é uma coisa valiosa e deveria ser bem utilizada. Agredir um consumidor do seu produto não e nada inteligente. Antes, o cliente sempre tinha razão...

SporTV, fica a dica: código de conduta para seus funcionários em redes sociais.

quinta-feira, 18 de setembro de 2014

A few good man (Questão de Honra), 1992. [LIGHT SPOILER ALERT]

Cara, eu quase não acreditei quando vi que Questão de Honra (que péssima tradução!) é de 1992.

Esse é um filme que sempre vai ser atual, enquanto houver guerras, exércitos, milícias (ou seja, forever).



Certamente eu assisti esse filme umas 5 ou 6 vezes nesses 20 anos e algumas falas são marcantes e inesquecíveis. O elenco é absurdo! Tom Cruise, Demi Moore, Kevin Bacon, Kieffer Sutterland, Cuba Gooding Jr e, numa atuação magnífica, Jack Nicholson.

Basicamente o driver do filme é a acusação de 2 fuzileiros navais baseados em Guantánamo (GITMO) pelo assassinato do fuzileiro Willy Santiago. Segundo a promotoria, Santiago foi morto para não denunciar a má conduta de um dos dois fuzileiros acusados e segundo a defesa, os fuzileiros seguiam ordens e mataram Santiago acidentalmente ao aplicar um corretivo chamado genericamente de 'Código Vermelho'.

As questões levantadas envolvem entre outras coisas se há responsabilidade transferida ao executar uma ordem direta ou indireta. Se a capacidade de julgamento de um soldado deve se sobrepor à ordem recebida.

Mas à parte desse mote, há um desenrolar excepcional. Os personagens são ótimos. Jack Nicholson é um militar linha dura das antigas que acredita que ele é o escudo de aço que protege a liberdade, que é o seu latido no quintal que permite aos americanos adormecerem tranquilamente em suas camas a noite. Kiefer Sutherland é o 'redneck motherfucker'. Mais fiel que um cão pastor e que segue sem questionamento os preceitos mais absurdos, estejam contidos na King James Bible ou nas ordens do Cel. Nathan Jessep (Nicholson). Tom Cruise é um advogadozinho que vive de acordos e que faz tudo para não ir ao tribunal, entretanto vive com um sentimento enterrado de vergonha por não se considerar a altura do seu falecido pai, um grande advogado. Demi Moore é uma advogada 'caxias', que de tão 'cri-cri' foi afastada das ações de tribunal e trancafiada em um setor burocrático 'para parar de encher o saco', vive tentando se autoafirmar nesse ambiente altamente misógino.

No final ficamos nos perguntando se o Cel. Jessep está tão errado. Talvez quando o filme foi lançado sim. Em 1992, o solo continental americano era tido como incólume a possíveis ataques (estou considerando Pearl Harbor um ponto fora da curva por não ser continental). Já nos tempos atuais (pós 9/11) podemos ver como se justificam os atos que - sim - são cometidos em nome de um sistema que treina forças de combate com códigos de honra que beiram o absurdo e que incluem castigos físicos e psicológicos.

O momento em que Jessep grita: - You can't handle the truth!


É uma pergunta para nós. Estamos preparados para lidar com essa inconveniente verdade? Essa abordagem previne ou provoca atentados e decapitações?

Vergonha na cara

Tomei vergonha na cara e fui comprar um celular, mas vou ser sincero: foi muito legal relembrar o tempo em que eu nao tinha celular.

Lembro que foi bem depois de todo mundo ter seus Ericsson T1 e Nokia 6120 e Motorolas Star Tac que eu ganhei um Gradientezinho (que esqueci dentro de um Taxi alguns meses depois).

Nao consigo me lembrar de quantos aparelhos tive. Mas lembro de ter contraido uma divida grande para comprar um aparelho com contrato de 1 ano da Claro em uma epoca em que ninguem usava Claro aqui (e continua ninguem usando essa merda mesmo), o aparelho tinha um palitinho para usar o touchscreen, era avant-gard demais. Procurei uma foto mas nao encontrei, era parecido com esse (mas acho que nao era LG):


Nao lembro que fim levou, sei que na hora que acabou o contrato com a Claro eu corri para cancelar aquela bomba.

Mas o momento mais derrota que tive com celulares (exceto quando deixei um S4 zerado em cima do carro num posto de gasolina e so lembrei 100 Km depois...) foi minha relaçao com um Siemens SL55. Essa beleza aqui:


Ele era pessimo de manusear, mas eu tinha um Celta life sem nada, sem ar, sem som e com todos aqueles barulhos irritantes tipicos. Mas eu tinha um SL55 com capacidade para umas 20 musicas!

Esse celular foi o som do meu carro por mais de 1 ano!

Como o mundo gira manos...com gira!


terça-feira, 16 de setembro de 2014

Just thinking ou Quem vota no Vaca-Cega?

Tava aqui esses dias pensando, vendo um candidado chamado Vaca Cega - pausa dramatica - va-ca-ce-ga...



Pois eh, tava pensando por que as pessoas boas (aqui o boas tenta juntar pessoas qualificadas com altruistas com inteligentes e etc) se afastam da politica e pessoas mal intencionadas se interam da coisa e nao largam de jeito algum.

Acho que quando as pessoas boas abandonaram o espaço foi imediatamente ocupado.

So sei que eh bem dificil escolher um candidato em uma campanha que possui tantos 'talentos'.

sábado, 9 de agosto de 2014

Velho Chato

Ei pessoal que come uva, abre long neck, toma iogurte, come pão dentro do supermercado antes de pagar: por favor, apenas parem!

quinta-feira, 7 de agosto de 2014

Tears

Por ela choram todos
Todos por ela choram, os que sabem os que gostam
Não pelo valor das lágrimas
O sal não vale mais tanto assim
A água ainda não vale tanto
Mas por ela, ah por ela
Todos choram

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

MindWriter

Entre as 6:03 e as 6:19 de hoje eu escrevi umas 20 postagens para cá. Tudo na minha cabeça. Que GoogleGlass que nada, eu preciso é de um MindWriter!

Hummm, deixa eu ver. Acho que ainda devo estar na Copa, né?

Não, o Blog está mas eu já superei faz tempo. No dia eu sofri, mas sou da geração que se ajoelhou perante Zidane em '98, ou seja, nenhuma humilhação basta. Mesmo a CBF tendo nos trollado e colocado Dunga de volta. Não vou mais falar sobre isso por algum tempo.

Vamos lá.

Depois da Copa eu assumi minha inércia e me deixei ficar de bobeira, mas é bem difícil ser um 'desempregado' sem estar procurando emprego. É um pouco constrangedor, mesmo eu - e basicamente as pessoas que importam - sabendo qual a situação, por que no fundo eu não tenho o hábito de criar uma rotina a partir de dormir até tarde e fazer o almoço. Funny thing, sou capaz de me acostumar, mas prefiria não admitir isso.

Tirei algumas fotos, estreitei alguns laços com amigos do meio ornitológico. Muito bom, mas basicamente uma prova de que não é uma área que vai ser profissional para mim.

Figuinha-do-mangue
Para o final, deixei a parte mais emocionante.

Fui passar uma semana com meu pai lá no Pindoval. Que vem a ser uma das minhas apostas de investimento de médio prazo (agropecuária e ecoturismo). Muito bacana, exceto pela coincidente visita de algumas tias minhas nos últimos 3 dias - o que acrescentou uma pitada de desconforto ao dia a dia. Tudo muito divertido, muita natureza, muitas fotos de animais interessantes.

Ariramba-de-cauda-ruiva
Mas o melhor - sarcasm detected - ainda estava por vir.

Uma mega infestação por carrapatos.

Uma mega.

Mega infestação.

Carrapatos.

Caras, sabe eu não sou muito de falar dessas paradas aqui do tempo que fazia Biologia e andava pelos matos por aí. Mas poucas coisas são mais desagradáveis que pegar carrapatos.

Talvez uma das poucas seja contrair a Febre Maculosa que é transmitida por eles.

Pois é, this is me. Convalescente, em casa. Antibióticos e apatia. E o legal é que fui jogar no Google para linkar e apareceu esse aqui.

Love you!

sexta-feira, 4 de julho de 2014

Clima de Copa

Poderia começar dizendo que como muitas crianças brasileiras meu primeiro presente foi uma bola de futebol.

E, mesmo não me lembrando, tenho informações que realmente foi a primeira coisa que meu pai me deu. Mas, na realidade, meu primeiro presente - prontamente descartado pela minha mãe - foi uma metralhadora e um capacete de plástico (o capacete eu aproveitei mais tarde nos meus sonhos infantis de F1) que ganhei dos meus padrinhos.

Mas a questão aqui é que a bola sempre me acompanhou por onde andei (e corri).

Ao contrário de alguns amigos, eu não tenho memórias antes de 4 anos de idade. Eu me lembro vagamente do dia 14 de agosto de '85, meio da tarde e todos na minha casa choramos com a notícia da morte do meu avô Wilson. Além disso, não me lembro de mais nada nesse ano.



E aí, quase um ano inteiro após, eu tenho outra lembrança. Não sei o dia, nem bem a hora, mas lembro que estava na casa de tio Nicodemos e novamente fomos cobertos pela tristeza. A França acabava de eliminar o Brasil da Copa de '86 - nos penais. Nem é uma lembrança muito vívida, não lembro de nada do jogo, mas lembro do pesar das pessoas. E o engraçado é que lembro com mais intensidade do Fantástico mostrando qual seria a 'esquete' (é assim?) do personagem "Araquém, O Showman" no caso do Brasil ter vencido o jogo.

quinta-feira, 26 de junho de 2014

U N E X T E N S I O N

Ok, ok, minha situação de desemprego não é semelhante a outras tantas milhões por aí.



Primeiro que eu estava esperando já há algum tempo e conversava abertamente à respeito.

Segundo que - financeiramente - foi até vantajoso.

Mas como nunca havia ficado 'desempregado' (é, eu ainda me recuso a tirar as aspas) devo confessar que me sinto em uma situação horrível de humilhação contínua (e olha que nada indica aos outros que eu esteja, além do 'excesso' de tempo livre).

domingo, 15 de junho de 2014

E teve Copa...

Ainda bem!


Olha, não quero parecer alienado. Mas, sinceramente, para quem nasceu com uma bola no pé. Jogando no asfalto quente. Armando trave de madeira na areia da praia. Jogando 'cascudinho', 'travinha', 'rebate' e tudo o mais com algo que remeta a uma bola...

Isso que está acontecendo é o paraíso na terra.

É demais, eu até abandonei a vidinha virtual por que não consegui administrar a emoção.

Um alô aqui para outros tantos amigos apaixonados.

quinta-feira, 3 de abril de 2014

...Fuck that...

É impressionante, as pessoas só são justiceiras quando a - porra da - justiça não se aplica a elas.



Já fiz o trecho de 400 Km entre Barra do Corda e São Luís em todos os veículos possíveis que você imaginar (exceto em Helicóptero), já fiz na Blazer com motor retificado e sem poder rodar acima de 3.000 rpm, no Palio 1.0 Fire com pneus carecas na chuva (aquaplanando a 60 Km/h), nos mais absurdos ônibus (como vocês bem sabem), em aviões monomotores, bimotores com e sem transponder e etc.

Ou seja, risco de vida mesmo - e não me orgulho disso, mas sei que são contingências de se trabalhar onde eu trabalho.

Aí chega o justiceiro questionando os gastos de todos e da maneira mais absurda, mas OK é para o bem da companhia e quem não deve não teme.

Todos os aluguéis de veículos foram sumariamente eliminados, fazendo com que gerentes e colaboradores passassem a usar seus veículos próprios para tarefas da empresa, mas OK é para o bem da empresa.

Daí chega uma convocação para um meeting em São Luís, let's go no único veículo da empresa que restou - um Palio 1.0 (nada maravilhoso, diga-se de passagem, mas um carro). E aí o cara vem com "pessoal, vamos alugar um carro mais seguro, é que eu vi um acidente ontem e fiquei com medo".

Que porra é essa?

Quer dizer que o risco só existe quando ele está na estrada?

Cara, nesse mundo tem muita coisa errada...

domingo, 30 de março de 2014

Uma ferida incicatrizável



Assistir '12 anos de escravidão' me dá uma dimensão do quão longe nós viemos. Evoluímos? Sim, mas ainda falta muito para resolver a 'questão racial'. Se é que há esperança nesse sentido.

Mesmo morando (ou 'Já que moro'?)em um dos estados com uma das maiores proporções de negros do Brasil eu vejo e convivo com racistas diariamente. Posso facilmente confirmar, aqui no Maranhão, nas cidades do sul do estado o racismo é regra, não exceção.

Infelizmente é assim que é.

É um cara que 'brinca' chamando um negro de macaco. É outro que xinga o bandeirinha de 'preto burro'. As coisas são ditas automaticamente. É parte da cultura do povo. O povo é racista. Eu ouço mães falando pra filhos 'te cala, parece que é filho de preto!'. Vária vezes.

É triste demais.

Essa cultura racista se esconde e aparece em brincadeiras e conversas amigáveis, em mesas de bar e de jantar. Na luz do dia ou à noite.

Só não vê quem não quer.

sexta-feira, 28 de março de 2014

Sangue novo confirmado na Force India

Paul di Resta se juntará a Adrian Sutil na Force India para a temporada 2011. A equipe confirmou esta informação nesta quarta-feira.
" Ano passado me tornei 3º piloto aqui e coisas boas aconteceram,  dessa forma estamos esperando conseguir mais coisas boas", disse o escocês na coletiva de imprensa na sede da Whyte and Mackay (patrocinadora da equipe indiana baseada em Silverstone) em Glasgow.
Nico Hulkenberg foi confirmado como terceiro piloto do time.
Com isso a Force India se apresenta com um promissor trio de pilotos: Sutil, Di Resta e Hulkenberg.

post originalmente publicado no Ultrapassagem.org (jan 26, 2011), esta postagem é apenas para proteger e preservar os artigos publicados no Ultra, uma boa iniciativa que, infelizmente, não conseguiu durar muito tempo.